Ao som de um tic tac imparável, a tempo passa.
Por vezes redondo, penso; outras pontiagudo, lento; outras, ainda, esquinado, repisado.
Hoje o tempo está indeterminado e sem forma.
É tempo de nada.
Aqui, vivem-se dias de ansiedade, de angústia e de inquietação.
Substituições que não consigo assumir em pleno e trabalhos académicos que, a um passo impensavelmente lento, se encontram no limite de entrega.
...para mais um ano civil de trabalho empenhado e, esperemos, profícuo.
Vamos lá!