Mesmo após estes breves dias de interrupção lectiva, continuo a sentir a mesma sensação: isto da avaliação já está uma palhaçada completa.
Desde o início que considerei ser um trabalho de imensa responsabilidade, mas mais do que isso, um trabalho que não estava talhado para o comum dos professores, é que ser avaliador, julgo eu, requer competências sustentadas e a insegurança (minha) trouxe-me horas de muita ansiedade e preocupação.
Entretanto, a tarefa era eminente e a minha preparação foi-se fazendo, apesar de a considerar demasiado breve. A novidade trás dúvidas e receios; ainda assim, estive sempre disponível para colaborar e fazer o que fosse possível, já que a avaliação iria em frente.
Neste momento, estou completamente frustada com tudo. Nada do que se faz tem sentido. As reformulações sucedem-se sem nunca conseguirmos perceber o que está certo e/ou errado; sinto o meu tempo a ser desperdiçado em reuniões que nada de novo avançam ao meu conhecimento e muito menos à minha experiência.
Deixem as avaliações para os inspectores! Deixem-me rentabilizar o meu tempo em algo em que me sinta útil!