A coisa vai tomando forma e o panorama teórico que se me afigurava no cérebro como o mais correcto está à beira de se tornar realidade, ou seja, os meus alunos vão ficar sem mim.
Eles não esperam; eu também não esperava, mas reconheço que afastar-me da turma para me dedicar com mais rigor à minha nova tarefa de avaliador de professores é o melhor que eu posso dar aos miúdos.
Oxalá eles compreendam...
Chegou o momento que tanto tenho adiado na minha mente.
Primeiro, porque o trabalho com os alunos era tão absorvente que não havia tempo para mais nada.
Depois, porque todo o processo de avaliação se foi adiando para mais tarde.
A seguir, porque a quantidade de papéis e reuniões era tal que continuou a não haver tempo.
Mas o tempo não perdoa. E o primeiro passo para a aproximação à realidade foi uma brevíssima acção que se realizou na semana passada e que foi de encontro às minhas piores expectativas: a avaliação do desempenho docente vai ser uma tarefa... ui...
Há duas razões principais para a minha angústia, sendo que uma é mais forte que a outra, mas agora não me apetece estar com escritas.
Vou apanhar ar fresco.
Passámos a barreira do meio do ano.
Já não há miúdos há cerca de 15 dias, mas as papeladas continuam: umas de finalização de ano lectivo e outras de preparação para o próximo. A vontade de pensar no próximo é que ainda não é genuina, pois ainda não se sentiu a quebra deste.
Mas... nada a reclamar. Viva o trabalho que dá saúde e é certo.